Suporte Básico

SUPORTE BÁSICO DE VIDA

A ambulância de Suporte Básico de Vida é designada para transportar pacientes que não correm risco de vida. Normalmente, a sua equipe é composta por um motorista e um técnico de enfermagem, responsável por realizar o primeiro atendimento ao paciente.

O QUE SIGNIFICA SBV

A sigla SBV significa Suporte Básico de Vida, que é o conjunto de medidas e procedimentos técnicos que visam assistir à vítima até a chegada da equipe de emergência. O principal objetivo do SBV é não agravar as lesões identificadas ou gerar novas complicações. Esse suporte é tão importante que quando executado agilmente pode proporcionar até 60% de chance de sobrevivência.

O suporte básico de vida pode ser iniciado fora do ambiente hospitalar e, até mesmo, ser realizada por pessoas comuns – contanto que estejam devidamente informadas sobre as técnicas de primeiros socorros. Com isso, é possível aumentar a sobrevida e diminuir as sequelas nas vítimas.

Por exemplo, nos casos de PCR, quando uma pessoa auxilia a vítima e chama por socorro especializado, ela está prevenindo a deterioração miocárdica e cerebral. Existem evidências sobre a redução da mortalidade em vítimas de PCR que receberam, de maneira imediata, as manobras de RCP por voluntários e obtiveram a preservação das funções cardíaca e cerebral.

Prezando pela excelência em seu atendimento, os profissionais da Gold Life são registrados em seus Conselhos de Classe e estão autorizados para prestar o primeiro atendimento em situações de Suporte Básico de Vida. Para garantir a segurança dos pacientes, os veículos da Gold Life seguem todas as diretrizes da Portaria 2048 do Ministério da Saúde.

INCLUSO

TIPOS DE AMBULÂNCIAS

AMBULÂNCIA TIPO A

A ambulância tipo A é destinada ao transporte de pacientes que não correm risco de perder a vida, ou seja, uma remoção simples e efetiva. Para esse caso, é obrigatória a presença de um motorista e um técnico/auxiliar de enfermagem.

AMBULÂNCIA TIPO B

A ambulância tipo B é a principal para o suporte básico, podendo realizar o trajeto inter-hospitalar de pacientes com risco de vida, mas sem necessidade de intervenção médica local. Igual ao tipo A, é preciso um motorista e um técnico de enfermagem, ao menos.

“No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz.”
Ayrton Senna